No mundo existem vários tipos de
gente que faz. Existem pessoas que fazem a diferença que se destaca pela sua
seriedade e competência. Faz a diferença porque fazem o que e certo agir com a
consciência e com o coração, com a certeza
de que fez a coisa certa com a consciência limpa. Eu não sei bajular ninguém,
mas sei reconhecer a seriedade e a competência.
Em Nome daqueles que realmente ama Guimarânia eu gostaria de parabenizar a
nobre vereadora. Na pessoa da senhora Ana cabiúna. Que merece todo respeito da
população de Guimarânia que como vereadora ela defender os interesses de Guimarânia sem fazer oposição. Exercendo o seu verdadeiro papel. No legislativo
municipal. Demonstrando a sua competência e compromisso com a população de Guimarânia. A nobre vereadora. Antes de
votar nos projetos que estava em votação ela analisou para saber do que se
tratava. Para ter a certeza de que estava fazendo a coisa certa referente aos veículos
e maquinas velhos e quebrados que
precisa ser vendidos. A vereadora buscou
informações sobre o estado de
conservação dos mesmos, para saber se realmente e necessário vender, Um exemplo se você comprar um carro novo hoje
é bati ele amanha ele não vale a metade
do preso, por isso a vereador votou favorável a venda do que só ta ocupando espaço e gerando
despesas desnecessárias, para o município, mas nem todos pensam igual, alguns se preocupam
mais em fazer oposição mais do que com o futuro de Guimarânia, infelizmente enquanto o povo não aprender escolher melhor os seus
representantes o futuro de Guimarânia e
comprometido, a quem dera se tivesse pelo menos quatro Ana cabiúna na câmara
municipal de Guimarânia, representando com humildade seriedade e competência o
povo de Guimarânia ?
Porque esta
falando só de uma vereadora; porque ela
é iniciante no legislativo municipal é dar show em veteranos. Fazendo o seu
verdadeiro papel que e representar o povo sem fazer oposição!!!
APRENDA UM POUCO SOBRE O LEGISLATIVO MUNICIPAL
O
LEGISLATIVO MUNICIPAL E A IMPORTÂNCIA DO VEREADOR
Em seus
estudos de política, John Locke considera o Legislativo o órgão Supremo do
Estado e, na Constituição Americana, ele figura em primeiro lugar entre os Três
Poderes. Esta grandiosidade fica evidenciada por meio de sua grande função:
falar em nome do povo. Na verdade, este é o ideal que deve nortear nossa
prática enquanto representante da sociedade. A organização do Legislativo tem o tônus democrático, porque
reúne maioria e minoria e onde o confronto
das ideias e a crítica pública estão sempre presentes, evidenciando sua característica
democrática. Na era medieval, os parlamentos se reuniam a partir da convocação
do rei e podiam firmar vontade própria, independente do soberano, desde que a
maioria encontrasse um consenso. Estes Parlamentos eram formados pela nobreza e
o clero, as pessoas influentes, que falariam pelo povo de sua região. Esta
gênese do parlamento evoluiu e na Grã-Bretanha oitocentista os liberais
defendiam o direito de que todos fossem representados, com base numérica da
população, e não apenas a partir dos que tinham terras e riquezas. O cidadão
passou a ser a unidade básica da política democrática, o equivalente a um
homem, um voto. No absolutismo, a vontade do rei era a lei. O soberano exercia,
portanto, todas as funções estatais que, em momentos históricos diferentes,
foram divididas e entregues a órgãos distintos. A Declaração da Independência
Americana e a Revolução Francesa iniciaram a transferência do poder do soberano
para o povo. Este entendeu que o poder utilizado pelos seus representantes
também deveriam implicar em atividades governativas. E uma controlaria a outra
por mecanismos constitucionalmente estabelecidos. Legislativo, Executivo e
Judiciário nasceram dessas concepções. Em sua base estava a ideia de
preservação dos direitos individuais. A separação de poderes, portanto, é o
primeiro instrumento constitucional destinado a garantir direitos dos cidadãos
e a participação de todos no processo governativo. Embora se faça a correlação
entre governo e Poder Executivo, o Legislativo é o primeiro dos poderes. É o
deflagrador da atividade jurisdicional. Sem a sua atuação, os demais não
subsistem. O Legislativo é o produtor do ato geral. Originalmente, os
Parlamentos não tinham a função principal de fazer leis, mas apenas e tão
somente de autorizar a coleta de fundos para o rei e fixar fórum para
reclamações. Esta última função, contudo, conservamos até hoje, porque os vereadores
e deputados ainda formam o canal de comunicação entre a sociedade e o
Executivo, seja municipal ou federal. Ele humaniza o impessoal ismo do Poder Público,
encaminhando e buscando viabilizar as demandas da população. O trabalho
legislativo começa no Município, na Câmara Municipal, onde o sentimento de
valorização do bem estar local é a força matriz do trabalho dos vereadores.
Cada Município dispõe de, no mínimo, nove vereadores para legislar. Para
atender às necessidades em setores básicos, como educação, segurança e saúde, o
prefeito carece do amparo de legislação enxuta e harmônica, capaz de lhe
conferir melhor operacionalidade e maior agilidade. Este é o papel que cumpre ao
Legislativo desempenhar. Desde a Constituição de 88, o Município mudou.
Tornou-se mais autônomo, mais capaz. Convém recordar que a autonomia política
significa a capacidade conferida a certos entes para legislarem sobre negócios
seus e por meio de autoridade própria. O fato de o Município passar a reger-se
por lei orgânica significa a detenção de um poder de auto-organização que antes
lhe era negado. Ganhou a prerrogativa de firmar sua própria Constituição. Os
instrumentos foram dados e, politicamente, cabem aos prefeitos e vereadores
utilizarem-nos devidamente em proveito da população. O vereador tem importância
fundamental porque é no Município que os cidadãos moram e trabalham. A
relevância dos Municípios pode ser mensurada através de uma pesquisa de opinião
realizada pelo Ibope, na qual se apurou que 55% dos brasileiros entrevistados
apontaram ser as prefeituras a esfera de governo mais importante no seu dia a
dia. Quando o cidadão levanta-se pela manhã e dirige-se ao trabalho em
transporte público, deixa os filhos na escola ou creche municipal, e volta para
casa, cruzando ruas com iluminação que lhe garanta segurança, ele está tendo
convívio direto com os serviços prestados pelo Poder Público municipal. Mas há
muitos complicadores neste cenário, porque na maioria dos centros urbanos, o
crescimento habitacional é desordenado, para fora do centro rumo às periferias,
onde está a população marginalizada. Sem acesso à serviços básicos de
infra-estrutura, contam com o Parlamento para encaminhar seus pleitos ao Executivo.
Essa tendência decrescimento desordenado e aumento das carências tendem a se
acentuar, se levarmos em conta o ritmo de urbanização no Brasil. Ele começa a
crescer na década de 40. Mas, hoje, 60% da população brasileira já vivem em
cidades. E as estimativas apontam que, no ano 2000, 80% viverão nos municípios.
Esta perspectiva torna ainda mais relevante o trabalho da Câmara Municipal para
a maioria esmagadora da população brasileira. Os Municípios, por meio do
Legislativo, vêm conseguindo propor ideias inovadoras que correspondem à
crescente demanda básica das populações urbanas. É o caso do orçamento
participativo, através do qual a população decide onde quer gastar o dinheiro
público, as parcerias com a iniciativa privada, que viabilizam projetos
sociais, os programas de renda mínima, que têm ajudado a fazer distribuição de
renda, e os agentes de saúde, que vêm revertendo a mortalidade infantil. Cabe à
Câmara dos Vereadores garantir a governabilidade da administração de seu
Município, assegurando sua continuidade se ela for positiva. Para exercer a
contento seu papel de representante do povo, o vereador deve ter grande
disciplina partidária para que a ação de minorias não obstrua matérias de interesse
da maioria, pois só desta forma parecerá coerente aos olhos do eleitor. Esta,
também, é a melhor forma do político cuidar bem de sua cidade e de sua carreira.
Acredito que as ações dos parlamentares sempre são julgadas pelas urnas, por
isso precisam demonstrar coerência. A despeito de seu papel social realçado, os
municípios vivem, hoje, uma situação difícil economicamente. Dependem do Fundo
de Participação dos Municípios, gerido pelo governo federal e responsável pela
maior parte da receita das cidades, e pela cota-parte do Imposto sobre
Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), do governo do Estado. A crise
financeira vem sendo agravada não só pela reforma do Estado, mas pela criação
de novos Municípios, que levam à divisão do cômputo geral das verbas, cabendo a
cada qual menor participação. Neste contexto econômico, o papel do Legislativo
municipal é relevante, à medida que o Município, a exemplo da União, tem
atribuições tributárias, arrecada tributos diretos, como o IPTU. Os Municípios,
desde a promulgação da Constituição de 88, também puderam cobrar impostos
diferenciados sobre veículos e combustíveis. Com a criação destas alternativas
de arrecadação, é possível melhorar os serviços públicos essenciais. As
responsabilidades do Município estão crescendo e, paralelamente, as funções dos
vereadores. Prova disto é a municipalização da educação no ensino fundamental,
definida pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação e pela Emenda 14/96. As
atribuições dos Estados estão passando para o âmbito municipal porque é através
da descentralização que se abre a possibilidade de governar de forma mais
democrática. O compromisso prioritário da vereança com seus eleitores é a
assiduidade aos trabalhos parlamentares nas comissões e plenário. Só assim será
possível dar a devida atenção às matérias em votação, geralmente voltadas aos
interesses imediatos dos munícipes. A máxima “o poder emana do povo” é atendida
pelo voto, porque em nome do povo, o poder é exercido. Quando há essa reciprocidade,
fortalece-se o exercício da cidadania, que se configura com a aproximação dos
cidadãos dos centros de decisão, como a Câmara. A exemplo da Câmara Federal, o
Legislativo municipal também tem de se manter independente e mostrar sua
capacidade de decidir e ser responsável pelos destinos do Município e de seus
habitantes. Precisa, por mais fortes que sejam as pressões políticas, manter
credibilidade e autonomia para valorizar seu trabalho. Tem de saber mediar o
desejo do povo e do governante, deixando para segundo plano seus interesses
pessoais. Até porque o sistema partidário clientelista está em decréscimo no
país e deve ser alijado. Também, do âmbito do legislativo municipal, não pode
haver transigência quanto ao apoia mento às manifestações sociais, porque este
é o caminho mais curto para a modernização da política nacional. Quando o
Legislativo trabalha bem, há o reconhecimento público e a reversão da imagem de
morosidade e inoperância que a atuação legislativa acabou cunhando até passado
recente. O Legislativo, para ser eficiente, há de ser ágil. Afinal, as funções
legislativas precisam acompanhar a dinâmica do desenvolvimento e a premência
das demandas sociais. Ocorre que a eficácia do Legislativo, seja federal ou
municipal, tende a ser medido pelo número de leis que produzi, o que é uma
maneira enviesada de analisá-lo. É como se fosse uma fábrica, com tantas
toneladas de produtos manufaturados. Quantidade não é qualidade e esta verdade
está ganhando visibilidade para a população. A Casa Legislativa municipal tem,
pelas mãos dos vereadores, a oportunidade de provar que é uma instituição
eficiente, voltada a legislar em favor da causa popular. Muitos obstáculos se
apresentam às Câmaras Municipais. E soluções têm de ser operacionalizadas para
vencê-las no devido tempo. Muitas vezes, esta solução figura na alteração do
regimento interno, que deve se adequar à realidade do Município e da Casa
Legislativa. Os vereadores necessitam ter suporte legislativo e administrativo
para realizar seu trabalho, devendo contar, para tanto, com Mesa diretora
eficiente. do legislativo municipal
Guimarânia 26 de março de 2013
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o que a prefeitura tem feito para manter a limpeza da quadra no bairro novo horizonte ? Que se encontra cheia de fezes de animal e agua parada em plena campanha contra a dengue ?
ResponderExcluireu geraldo saturno concordo com você se nos quiser ver ali limpo eu tenho que limpar infelizmente porque ninguém faz isso
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